O clube nasceu a partir de uma iniciativa liderada pelo Padre Ricardo Remeter, adotando desde o início as cores azul e branca e o Leão como mascote.
Ao longo de sua trajetória, passou pelas mãos de diversos dirigentes marcantes, entre eles o Coronel Caraciolo Oliveira, responsável pela construção da sede da Colina, além de nomes como Antônio Ribeiro Bastos, Roberto Abbot Castro Pinto, Ana Maria “May” do Couto, João Bosco Dela Monica, Paulo de Campos Borges, Álvaro Scofaro — que voltou a presidir o clube atualmente — entre outros.
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O Dom Bosco soma seis títulos do Campeonato Mato-grossense da Primeira Divisão (1958, 1960, 1963, 1966, 1971 e 1991), além da Segunda Divisão de 2014 e da Copa FMF de 2015. O clube também disputou seis edições do Campeonato Brasileiro, incluindo três na elite nacional.
Entre os momentos mais marcantes, destaca-se o amistoso de 1965 contra o Santos de Pelé, no Estádio Dutrinha, e a marca de primeiro clube mato-grossense a atuar no Maracanã, em 1970, diante do São Cristóvão.
Já entre 1977 e 1979, o Dom Bosco viveu seu auge técnico com a equipe apelidada de “Academia”, comandada por Roberto Pinto e, depois, Orlando Peçanha, reunindo jogadores que marcaram época no futebol estadual.
Aos 101 anos, o Leão da Colina mantém viva sua tradição e busca novos capítulos — além da sua redenção no atual momento de ostracismo — na história do futebol mato-grossense.
Fonte: MT Esporte

