Foi apresentado, há pouco, na sessão da câmara municipal, o
novo projeto da prefeitura para vender por completo a área de 95,7 mil metros
quadrados onde está construído o estádio municipal.
Inicialmente, vai tramitar
nas comissões permanentes e pode ser votado, em plenário, no próximo mês.
Outra mudança é que o prazo para quem comprar essa área e
construir o novo estádio aumentou em 3 meses e foi incluída a exigência que
deve ter 5 mil cadeiras. O investimento mínimo no novo estádio foi mantido em
R$ 26 milhões.
Com o novo projeto, a prefeitura está propondo que a maior
parte da área, 61,9mil metros quadrados, será dividida em lotes e vendidos,
através de licitação, para construção de empresas de qualquer atividade
comercial/prestadores de serviços. “O valor previsto na avaliação judicial,
devidamente homologada, é de R$ 33,2 milhões tendo como diretrizes desta Lei o
parcelamento em lotes e sua respectiva alienação em até 10 vezes, com desconto
de 10% no pagamento à vista. Do valor arrecadado, o Poder Executivo
direcionará, prioritariamente, parte dos recursos para a futura UPA São
Cristóvão e parte para edificação de novas infraestruturas esportiva”, explica
a prefeita Rosana Martinelli, na mensagem encaminhada ao vereadores.
“Com o advento de novo empreendimento comercial fica
assegurada a geração de postos trabalháveis, direta e indiretamente, o fomento
do mercado de trabalho e o aquecimento da economia local, trazendo benefícios
não só para Sinop, mas também a toda região Norte e ao próprio Estado, haja
vista a elevação da arrecadação tributária, regulação do mercado distribuidor,
equilização das demandas e justa competitividade”, acrescenta a prefeita.
O local onde seria construído o novo estádio Massami Uriu,
com o memorial Rogerio Ceni, ainda será definido. É necessária área de
aproximadamente 15 hectares que a prefeitura está avaliando. De acordo com uma
fonte, “uma opção é na região do Centro de Eventos Dante de Oliveira, outra seria
nas proximidades do aeroporto onde estão sendo abertos novos loteamentos”.
Semana passada, em audiência
pública promovida pela câmara municipal, alguns vereadores e outras
lideranças políticas, além de representantes de entidades, manifestaram-se
contrários ao projeto de permuta dos 33 mil metros quadrados. Uns defenderam
mudanças no projeto para que mais empresas, de outros segmentos, pudessem
concorrer e também houve contrariedade total em demolir o estádio e ser
construído outro.
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