Três atletas de Mato Grosso vão compor a seleção brasileira de tiro prático em mundial no mês de agosto na França.
Um deles é o subtenente da Polícia Militar, Carlos Alberto Molina dos Santos, tetra campeão estadual de tiro prático, na modalidade production, que mede velocidade e precisão.
Em nível nacional, Molina é o terceiro.
"O atirador tem que ser rápido, se movimentar e acertar", explica.
Os outros dois atletas de MT são pai e filho - Massao e Kenji Murakami - de Lucas do Rio Verde (332 Km ao Norte de Cuiabá) da modalidade open.
Mundial
Para ir ao Campeonato Mundial de IPSC (International Practical Shooting Confederation), a equipe verde-amarela foi convocada pela Confederação Brasileira de Tiro Pratico (CBTP).
Molina, que coleciona títulos estaduais e nacionais e que atualmente está em terceiro no país, explica que o Brasil não é referência em tiro prático e que os Estados Unidos e países europeus dominam a cena.
Segundo ele o nível é alto.
"Se ficarmos entre os 30 do mundo já estarei feliz", diz o subtenente, que aprendeu a atirar na PM mas depois se qualificou no Clube de Tiro Pantanal.
Na divisão dele, a equipe da seleção brasileira é composta também por dois paranaenses, um mineiro e um atleta do Distrito Federal.
Treinos
Molina atira com uma pistola italiana, a Tanfoglio, 9 mm.
No tiro prático, todos os atletas têm que usar armas originais de fábrica e a dele é orçada em torno de R$ 20 mil.
Nos treinos, duas vezes por semana, ele dispara cerca de 400 vezes e tem patrocínio para tocar a carreira.
O tiro prático é um esporte amador com 6 divisões: Open, Standard, Classic, Production, Light e Revolver.
Fonte: MT ESPORTE
