Um dos 16 veículos estava em posse do jogador, que se
encontrava em um hotel de Cuiabá, no bairro Bandeirantes e foi detido no início
da madrugada desta sexta-feira (14).
Meia do Luverdense Esporte Clube, Diogo Sodré
Atualizada às 9h47 - Jogador do Luverdense Esporte Clube,
Diogo Sodré, 26, é detido em um hotel de Cuiabá, suspeito de receptação de
veículo com restrições judiciais, após fraude em empresa de locação de Curitiba
(PR), cujo prejuízo ultrapassa R$ 3 milhões.
Policiais Civis da Delegacia Especializada de Roubos e
Furtos de Veículos Automotores (Derrfva), de Cuiabá, cumpriram a determinação
judicial que impõe a devolução de 16 veículos de luxo a empresa Chinasso
Empreendimentos Imobiliários Ltda, localizada em Curitiba (PR), vítima de golpe
aplicado pelo suspeito Nelson Nunes da Rosa Júnior, que vendeu indevidamente os
carros.
Divulgação
Meia do Luverdense Esporte Clube, Diogo Sodré
Um dos 16 veículos estava em posse do jogador, que se
encontrava em um hotel de Cuiabá, no bairro Bandeirantes e foi detido no início
da madrugada desta sexta-feira (14).
Sodré, que é meia do time mato-grossense foi detido para prestar
esclarecimentos, pois segundo determinação da Delegacia de Estelionato do
Paraná, todos os veículos deveriam ser localizados e formalizada a devolução
para a empresa.
Ainda segundo a Polícia Civil do Paraná, foi solicitado ao
Departamento de Trânsito (Detran) que bloqueasse os 16 veículos fraudados. A
caminhonete que estava com o jogador foi apreendida e ele levado para
delegacia.
Versão do jogador
Aos policiais civis da Derrfva, Sodré explicou que adquiriu
o veículo por R$ 50 mil, após acordo com R.M.C, de Curitiba, e que pagaria o
valor restante posteriormente. Em contato com o homem apontado pelo jogador,
policiais foram informados, via telefone, de que R.M recebeu o carro do
suspeito de estelionato Nelson Nunes da Rosa.
Delegado Vitor Hugo Bruzulato Teixeira, titular da Derrfva,
informou que o jogador foi autuado em flagrante pelo crime de receptação, pagou
fiança de R$ 5 mil e liberado para responder em liberdade.
O caso
Fraude milionária ocorreu em 2016, em Curitiba, no Paraná.
De acordo com a denúncia do sócio proprietário da empresa Chinasso
Empreendimentos Imobiliários Ltda, o acusado Nelson Nunes da Rosa Júnior,
firmou contrato de locação de 16 veículos de luxo, que seriam, segundo ele,
usados para transporte de políticos.
Entretanto, estelionatário nunca pagou o valor acordado pelo
aluguel, e ainda vendeu os veículos indevidamente, causando prejuízo de R$ 3,5
milhões a empresa. Ele foi autuado pelo artigo 171 do Código Penal,
estelionato, e todos os veículos deveriam ser apreendidos e devolvidos para a
empresa.
Todavia, carros, entre eles, uma BMW X4 e um Ford Fusion,
estavam em paradeiro desconhecido. Um desses carros estava em posse do jogador
do Luverdense, que possuía inclusive documentação do veículo registrado pela
Chinasso.
Fonte: OLho no esporte

