Gerson celebra volta às quadras com vitória no Mogi: "Fiz o feijão com arroz"


Após perder boa parte do início da temporada por lesão, pivô retornou justamente no primeiro jogo da final do Paulista e teve boa contribuição no triunfo mogiano em Bauru.
O Mogi das Cruzes contou com um reforço importante no primeiro jogo da final do Campeonato Paulista de basquete, contra o Bauru, no último sábado. E não se tratava de uma nova contratação, mas sim de um velho conhecido da torcida: o pivô Gerson. Após mais de dois meses afastado em virtude de uma pubalgia, ele retornou à equipe justamente na decisão e contribuiu para a vitória mogiana por 76 a 73, na casa do adversário.

Apesar do longo período sem atuar, Gerson ficou em quadra por um tempo considerável. Mais até do que a previsão inicial do técnico Guerrinha. O pivô participou de cerca de nove dos 40 minutos da partida, acabou sendo um bom fator surpresa do Mogi no duelo de sábado e ajudou o time com dois pontos e quatro rebotes.

– Eu não queria nem que ele (Guerrinha) falasse que eu trocaria e iria para o jogo – brincou Gerson.

– A partir do momento em que colocamos o uniforme no corpo, estamos preparados. Eu já vinha treinando. Se eu entrasse um segundo, nove minutos, cinco minutos, estava preparado para ajudar a equipe da melhor maneira possível. Só fazendo um feijãozinho com arroz, não tentar nenhuma "picanha". Fizemos de tudo para sair com a vitória. Graças a Deus conseguimos. Temos dois jogos para fechar, mas nem queremos contar com o terceiro – falou o pivô do Mogi.

O técnico Guerrinha acredita que a participação de Gerson no primeiro jogo da final terá um papel importante neste retorno do pivô, que disputou apenas três das 26 partidas que o Mogi fez até o momento na temporada, além de abrir um leque maior de opções para o treinador.

– O médico deu a autorização, e ele poderia ter jogado até mais. Com esses nove minutos, ele vai ficar mais forte mentalmente, fisicamente, e é um jogador que muda muito a característica do time defensivamente, nos dá muitas opções, até de o Tyrone eventualmente jogar de ala. Já treinamos nessa situação. Temos que ter muitas armas, porque, se não funciona uma, precisamos colocar outras. O Bauru é um time que tem muitas armas também – disse Guerrinha.
Fonte: EXpresso MT
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